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Cavaletes malditos


por José Simão (A Folha de SP)

E esses cavaletes malditos? Tem tanto cavalete de candidato na calçada que já virou corrida de obstáculos! Você desvia de um, tropeça em outro e se estatela no chão!

Em Curitiba lançaram uma nova modalidade olímpica: voadora em cavalete! Quem acertar a cabeça do candidato ganha dez pontos! E o Gustavo Fruet, de Curitiba, que lançou a campanha Adote um Cavalete! Ele leva o cavalete até a sua casa, de dia você bota na calçada e, de noite, recolhe o cavalete e dorme com o cavalete! E goza no cavalete e devolve pro candidato! Rarará!

E já tem até um blog sobre cavaletes: Cavaletes Malditos! Na eleição de 2010 botaram um cavalete da Marta aqui na esquina, e eu fui lá e pintei um bigode. Ficou pior? Não, ficou melhor! Rarará!

Foto: Nova Imprensa

O significado da calçada

foto: Carlos Emerson Junior

foto: Carlos Emerson Junior


Rua ou caminho revestido de pedras. Pavimento em frente às casas, em geral revestido com cimento, lajes, pedra portuguesa, para trânsito de pedestres.
Sinônimo de calçada: passeio
Classe gramatical de calçada: Substantivo feminino
Separação das sílabas de calçada: cal-ça-da
Possui 7 letras
Possui a vogal: a
Possui as consoantes: c d l
A palavra Calçada escrita ao contrário: adaçlac
Anagrama: caldaça

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Homem na cozinha

Sábado em Nova Friburgo, uma manhã lindíssima de inverno, Fafá e Filó como companhia, querem saber, resolvi preparar o almoço. Afinal, homem que é homem, hoje em dia é, antes de tudo, um “chef du cousine” e sabe que muito bem que tirar a mulher da cozinha e ainda fazer um prato saboroso, pode ser muito bem o segredo para um bom relacionamento.

Assim, coloquei o meu avental preto (usado por 10 entre 10 chefs internacionais) e fui preparar uma de minhas receitas favoritas e que tem tudo a ver com Nova Friburgo: truta defumada com arroz à grega e ovo caipira. O acompanhamento só podia ser um bom chileno da renomada vinícola Concha & Toro, um mix de uvas Carmenére e Cabernet Sauvignon, na deliciosa temperatura ambiente de nossa cidade.

Mas a receita é muito simples e prática: o arroz é o Tio João instantâneo, reforçado com champignons e azeitonas espanholas, os ovos caipiras e a truta são lá do Tutti Frutti, bem como o tomate cereja. Preparar isso tudo não tem nenhum mistério, não é mesmo? O prato ficou delicioso e com o vinho transformou nosso almoço de sábado em uma ótima diversão.

Decididamente, lugar de homem é na cozinha! Um bom final de semana, amigos.

Fotos: Fatima Emerson

Ouviporaí

Ouvi por aí… 203

Geraldo Simplício, o Nêgo, sobre o seu trabalho:

A arte é o excesso de energia que você acumula e depois libera

Giuseppe Massimo, em sua coluna no A Voz da Serra:

Moradores de Riograndina preparam um bolo para lembrar a passagem de um ano da instalação da torre de celular no distrito. É o tempo que a dita cuja foi fincada e não funciona. Ou seja, em pleno 2012, Riograndina continua na idade da pedra, entende?

Torcida do Flamengo em côro para o Ronaldinho Gaúcho:

Ô Ronaldinho, presta atenção, muito respeito com a camisa do Mengão

Ronald Lee, economista norte-americano:

O Brasil passa por um aceleradíssimo processo de envelhecimento de sua população. Isso ocorre não só porque a expectativa de vida cresce, mas também porque as taxas de fecundidade despencam. As brasileiras já tem, em média, menos filhos que as americanas.

Carlinhos Cachoeira, “banqueiro”, na sessão da CPI:

Não falarei nada aqui

Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça e atual advogado do Carlinhos Cachoeira:

Ele pode não falar nunca, se ele quiser, é um direito que o réu tem

Pergunta do Deputado Rubens Bueno (PPS-PR)a Carlinhos Cachoeira, na CPI:

Que bicho vai dar hoje?

Senador Roberto Requião (PMDB-PR), sobre a CPI:

Minha vontade é colocar um guardanapo de restaurante na cabeça e ir para a porta da CPI. DO jeito que está, não vai dar em nada.

Professor Thomas Lewinsohn, da Unicamp, sobre os vetos no Código Florestal:

Para propriedades pequenas, a área a ser preservada é de cinco metros. É uma dimensão que chega no limite do inócuo. Como barreira, como proteção, a não ser em córregos muito estreitos, cinco metros está longe de ter qualquer caráter de preservação.

Lula, sobre o julgamento do mensalão:

José Dirceu está desesperado

Fonte: Mídia nacional

Captura de tela de 2012-05-22 16:47:03

A origem de Nova Friburgo


O grupo teatral “Os Improvisáveis” fez este bem humorado filme contando as origens de Nova Friburgo. Muito engraçado, didático e bem feito. Aliás, este filme é um dos primeiros posts do Blog da Serra, lá em setembro de 2009 e é tão bom que merece essa reedição.

Divirtam-se!

Fonte: Os Improvisáveis

picanha de chuva

A picanha de chuva

Sexta-feira de cinzas, ops, dia 24, os finais do feriadão, do mês e do horário de verão chegando, nada para fazer em casa e aí… vamos para a cozinha! Bom, para falar a verdade, quem se animou foi a Fafá que, ferida nos brios pelo artigo Homem na cozinha que saiu no Caderno Light do A Voz da Serra da semana passada, resolveu fazer uma picanha de chuva.

Pois é, para minha alegria e da Filó (que, a bem da verdade, adora qualquer tipo de comida que não seja ração de cachorro), a carne ficou uma delícia e o acompanhamento de arroz com brócolis e champignhon caiu como uma luva. A receita é muito simples e o melhor, não dá trabalho.

Vamos lá:

Ingredientes: uma peça de picanha com capa de gordura com 1 quilo e um pacote de sal grosso;

Forre uma assadeira com papel de alumínio, despeje o conteúdo do pacote de sal grosso por todo o fundo da assadeira e coloque a picanha sobre o sal, com a gordura para cima. Polvilhe a carne com grãos do sal grosso e leve ao forno (temperatura média para alta) por mais ou menos uma hora.

Voilá!

“Harmonizei” com uma cerveja belga Stela Artois, mas um tinto encorpado também cai bem. E antes que me perguntem, não tenho a mínima ideia de onde veio o nome desse prato.

Receita testada e aprovada. E pasmem, mulheres ainda sabem cozinhar!

Flambado

Um jantar flambado

Há alguns anos atrás estava em um elegante restaurante de New Orleans, na companhia de minha mulher e alguns amigos, quando o maitre veio servir alguma coisa flambada. Como não se brinca com a Lei de Murphy, não deu outra: o negócio virou, incendiou parte da mesa e queimou o braço de um dos comensais, felizmente sem gravidade.

Meninos, a cara do coitado do maitre era um misto de incredulidade, terror e vergonha. Mas o restaurante elegante fez jus ao nome, serviu outra sobremesa e não cobrou nossa conta! Ah sim, o bom mesmo de New Orleans são os bares com jazz mao vivo, absolutamente imperdíveis e ao invés de cerveja , recomendo um “Hurricane“, um furacão etílico de alta periculosidade (aliás, nem sei se ainda servem isso depois da destruição do Katrina).

Charge: Robson Tamas