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Como está a mobilidade no Brasil?

Rio de Janeiro possui maior estrutura para bikes, Campo Grande tem mais acessibilidade para cadeirantes e São Paulo é mais dependente de transporte individual, embora tenha a maior rede de metrô do país. Essas são algumas das conclusões de estudo feito pelo portal Mobilize Brasil, que analisou a mobilidade em 15 capitais brasileiras.

ciclofaixa

por Débora Spitzcovsky (Planeta Sustentável, 02/04/2013)

Quanto tempo do seu dia você passa se locomovendo de um lugar para outro? A mobilidade é uma das principais questões das grandes cidades, mas como anda o setor
de transportes nas capitais brasileiras? É o que analisa o estudo Acompanhe a Mobilidade, divulgado pelo portal Mobilize Brasil.

Com base em dados divulgados pelas próprias prefeituras, a pesquisa avaliou os principais indicadores de mobilidade urbana de 15 capitais do país: Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife,
Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Confira, abaixo, os principais resultados.

SOLIDÃO NAS RUAS DE SÃO PAULO
A capital paulista é a mais dependente de veículos motorizados individuais. De acordo com o levantamento, 30% dos deslocamentos diários feitos na cidade são com motos ou carros, apesar do município ter a maior rede de metrô do país – a menor é a de Fortaleza.

Como consequência, São Paulo é disparado a capital brasileira que mais polui com o setor de transportes: são emitidas 12,6 milhões de toneladas de CO2 equivalente para garantir a locomoção da população na cidade. A capital que menos emite é Natal, no Rio Grande do Norte, que libera 0,5 milhão de tonelada por ano com transporte.

PEDALA, RIO DE JANEIRO
A capital fluminense perde para São Paulo e Brasília, no quesito rede de metrô: são 40,9 km destinados ao meio de transporte, contra 74,3 km e 42 km nas outras duas cidades, respectivamente. Mas, quando o assunto é a infraestrutura para magrelas, não tem para ninguém: o Rio de Janeiro é disparado a capital que possui mais vias adequadas para a circulação de bicicletas, com 300 km de estrutura cicloviária. O segundo lugar ficou com Brasília, que possui 160 km, e o último com Goiânia, que possui 3 km.

Em números proporcionais, o município carioca é, também, o que mais destina espaço às magrelas em suas ruas. 3,17% das vias da capital fluminense estão aptas para a circulação de bicicletas. E os louros do Rio de Janeiro não param por aí: sua região metropolitana possui a maior rede de trem do Brasil (270 km), seguida por São Paulo (260,7 km) e Natal (56 km).

DE BUSÃO EM BRASÍLIA
De acordo com o levantamento, é na capital do Brasil que os gastos com ônibus são mais baratos para o trabalhador. A passagem em Brasília custa R$ 2,70, enquanto a média de salário dos moradores da cidade é R$ 2.832, o que torna possível a compra de 1.049 bilhetes de ônibus por mês.

A capital onde essa razão matemática é menos favorável é Manaus. Lá a passagem custa R$ 2,75 e pesa no bolso do trabalhador, que tem renda média mensal de R$ 932 e pode comprar 332 bilhetes de ônibus a cada 30 dias. A segunda pior colocação do ranking ficou com Salvador.

CAMPO GRANDE ACESSÍVEL
A capital do Mato Grosso do Sul aparece na pesquisa como a que mais se preocupa com a mobilidade de cadeirantes. 24,7% dos domicílios do município possuem rampas de acesso nas calçadas do seu entorno. Apesar de baixo, o índice é o melhor, entre as cidades analisadas.

Além disso, 88,9% dos ônibus de Campo Grande são acessíveis a pessoas com deficiências físicas. Nesse quesito, a capital perde, apenas, para Curitiba, onde 92% dos ônibus têm acessibilidade. O último lugar do ranking ficou com Brasília (31,7%).

O estudo ainda avaliou outros quesitos relacionados à mobilidade urbana, como qualidade das calçadas, número de mortes no trânsito e quantidade de ruas com placas de identificação. Confira a pesquisa Acompanhe a Mobilidade na íntegra.

Foto: Carlos Emerson Junior

Uma questão de ousadia

Ciclovia
foto: Carlos Emerson Junior

por Carlos Emerson Junior

Não fiquei nem um pouco surpreso com a manchete do A Voz da Serra de hoje, dando conta que por falta de projetos, Nova Friburgo não foi incluida no programa estadual de construção de ciclovias.

Mesmo com a afirmação do representante da prefeitura, de que o governo “iniciou um estudo de mobilidade urbana ligando Conselheiro Paulino a Olaria, através do incentivo ao uso de bicicletas”, não dá para negar que desta vez o desânimo bateu forte: pelo andar, literalmente, da carruagem, vamos continuar com as ruas entupidas de automóveis, carretas, treminhões e dependendo de um péssimo e caríssimo serviço de ônibus da única concessionária da cidade.

Que pena… Nova Friburgo, pelo seu tamanho, clima e importância história, tinha tudo para tomar a vanguarda e promover uma verdadeira revolução nesse setor.

Falta ousadia.

Eu não pago IPVA!

foto: Carlos Emerson Junior

foto: Carlos Emerson Junior

por Carlos Emerson Junior (A Voz da Serra, 2/3/2013)

Minha irmã foi uma das primeiras a reclamar: – “o IPVA está pela hora da morte!” Coitada, com dois carros na garagem, sua indignação com o valor do imposto criado no final da década de 60 pelos militares para renovar nossas estradas, com o pomposo nome de Taxa Rodoviária Única, é mais do que justificada. Afinal, sabemos que é dinheiro jogado no lixo…

Antes de prosseguir, é bom deixar bem claro que não vou pagar o tal do IPVA e nem licenciamento, vistoria, seguro, multas ou qualquer outro tributo dessa natureza por um simples motivo: não tenho carro desde 2005 e Nova Friburgo foi uma das maiores responsáveis. Morando em uma cidade onde o clima é ameno, não chove durante boa parte do ano, o visual é maravilhoso e tudo é pertinho, pelo menos do ponto de vista de quem morou (e ainda mora) no Rio de Janeiro, ficou fácil tomar essa decisão.

Na realidade, sempre usei transporte público, mesmo quando cheguei a ter três carros na garagem! O caso carioca é exemplar e, mesmo longe da perfeição, lá você tem ônibus, metrô, trem e barcas para qualquer lugar. Depois de muitos anos gastando uma fortuna com gasolina, estacionamentos e remédios para manter a saúde e a sanidade em engarrafamentos intermináveis, resolvi dar um basta e “doei” o automóvel para uma de minhas filhas. Aliás, sequer renovei a carteira de habilitação.

De cara senti uma enorme diferença no bolso. Melhor ainda foi redescobrir que é possível andar a pé pela cidade! Conheci pessoas que cada vez mais consideram que morar longe do trabalho e guiar em congestionamentos como os de São Paulo, batendo nos 300 quilômetros diários, é um completo estorvo. Minha mulher, um ano após, aderiu e hoje somos um feliz casal sem carro.

Bob Lutz, ex-vice-presidente de BMW, Ford, Chrysler e General Motors, garante que a queda do interesse por automóveis é uma tendência mundial: “a sedução do carro não faz mais sentido e dirigir será um lazer excluído das cidades, como andar a cavalo.” Os depoimentos a seguir, recolhidos em publicações recentes, mostram que esse fenômeno veio para ficar:

- “Eu sou mais feliz desde que parei de guiar. Eu sou mais leve, não tenho de me preocupar onde parar o carro, não penso em multas. Na hora do congestionamento falo no celular e ouço música”.(Raí, ex-jogador de futebol, Diário de São Paulo)”

- “Claro que numa metrópole muitas pessoas não podem viver sem o carro. Moram longe. O trabalho exige. Ou um parente idoso precisa ser constantemente deslocado. Mas cheguei à conclusão que: 1) estou bem servido de ônibus e metrôs 2) um táxi eventual fica mais barato que um estacionamento 3) não pagar IPVA e seguro automobilístico é uma delícia 4) estou caminhando mais, com mais saúde e menos stress 5) o metrô me dá a chance de almoçar na Pompeia e tomar um café na avenida Paulista. Hoje, sou um feliz sem carro.” (Dagomir Marquezi, jornalista)

- “Fui deixando o carro aos poucos, mais parado no estacionamento do que andando. Acostumei-me a fazer a maior parte das coisas de que preciso a pé e descobri que é possível, sim, viver sem carro. Em último caso, pego um táxi ou chamo a ambulância. Tenho 35 mil motoristas à minha disposição em São Paulo, sem falar em ônibus, metrô…” (Ricardo Kotscho, jornalista).

- “Não quero mais carro. É uma encrenca. O trânsito vai ficar cada vez mais uma loucura. Estou super feliz. Atendo a meus clientes sem carro e não tenho estresse” (Mônica Nobre, designer de interiores).

Gostaram? No entanto, é bom ter em mente que o transporte público, coração desse estilo de vida, precisa melhorar muito, tem que ser confortável, pontual e barato, disponível as 24 horas do dia. As tarifas dos táxis podem ficar mais acessíveis e a implantação de ciclovias e ciclofaixas é imprescindível. Se em Nova Friburgo é possível se deslocar para o trabalho simplesmente andando, que o seja em calçadas bem conservadas, praças arborizadas e vias limpas, sinalizadas e seguras.

Decididamente, não haverá lugar para automóveis nas cidades do futuro.

Abaixo-assinado contra o aumento das passagens em Nova Friburgo

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Entre as promessas de campanha do prefeito eleito de Nova Friburgo, estava a “criação do fundo de compensação tarifária, com a finalidade de diminuir o preço da passagem de ônibus.” No entanto, alegando que “o aumento anual está previsto no contrato de concessão e visa o equilíbrio econômico-financeiro da prestação de serviço”, autorizou o reajuste de 11.6% nas passagens urbanas, que passarão a valer R$ 2,90 já à partir desta segunda-feira, dia 4 de março.

Se você não concorda com as razões da prefeitura e a concessionária de ônibus e acha que o serviço prestado não vale sequer um real, não deixe de assinar a petição pública abaixo, pedindo a manutenção da atual tarifa. A população não pode ser penalizada porque a prefeitura não tem competência ou interesse em organizar e modernizar o transporte público de Nova Friburgo.

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2013N36665

Passagem de ônibus sobe para R$ 2,90 em Nova Friburgo

Google Imagens

Google Imagens

Não mudou nada!

Segundo a coluna “Bastidores da Política“, do A Voz da Serra de hoje, “a tarifa de ônibus em Nova Friburgo será reajustada a partir da próxima segunda-feira, 4. O valor atual de R$ 2,60 será corrigido para R$ 2,90. A concessionária fica obrigada a fazer uma renovação da frota, colocando 50 ônibus novos em circulação em abril—metade dia 10 e a outra metade dia 25. A Faol também se comprometeu a arcar com os custos de 20 novos pontos de ônibus e ainda oferecer um reajuste salarial para os seus 1.300 funcionários—o índice de aumento deverá ser de 10%, o mesmo do ano passado que havia sido concedido sem ter havido aumento tarifário

A empresa de transporte também se comprometeu a ceder um micro-ônibus para que a Prefeitura possa fazer o transporte de seus funcionários braçais. Ainda serão doados três pequenos veículos adaptados para a Secretaria Municipal de Assistência Social fazer a locomoção de pessoas portadoras de necessidades especiais.”

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Como faz mal para Nova Friburgo esse monopólio do transporte público… E que decepção ver que a Prefeitura não tem nenhuma proposta moderna para resolver o nó do trânsito de nossa cidade. Vamos pagar muito caro por serviços de qualidade e organização discutíveis, sem nenhuma perspectiva de mudança.

Lamentável!

Zona 30

Zona 30

Pistas ou vias compartilhadas são ruas com velocidade reduzida para compartilhamento de bicicleta, com prioridade para esse veículo e velocidade máxima reduzida para 30km/h. São conhecidas como “Zona 30″ e fazem parte da infraestrutura cicloviária da cidade do Rio de Janeiro. Geralmente implantadas em locais com pouco trânsito, tem como objetivo a facilitar a ligação entre os centros dos bairros e a sua integração com os meios de transporte de massa – trens, barcas e metrô.

Consistentemente a rede de ciclovias da cidade cresce e é cada vez mais usada pelos cariocas. As fotos mostram alguns trechos do “Zona 30″ do Grajaú, na zona norte da cidade:

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fotos: Carlos Emerson Junior

fotos: Carlos Emerson Junior

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Vivendo sem carro (2)

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Fernando Granato (Diário de SP)

O ex-jogador de futebol Raí tomou uma decisão radical: deixou de dirigir e agora se locomove em São Paulo, onde mora, a pé, de bicicleta, de Metrô e de táxi: “eu sou mais feliz desde que parei de guiar”, confirmou Raí. “Eu sou mais leve, não tenho de me preocupar onde parar o carro, não penso em multas. Na hora do congestionamento falo no celular e ouço música”, diz.

“No mundo inteiro, grandes cidades vivem essa mesma transformação”, disse Alexandre Lafer Frankel, idealizador do livro “Como Viver em São Paulo Sem Carro”, do jornalista Leão Serva e CEO da incorporadora Vitacon. “Os especialistas executam na prática o ‘novo urbanismo’, o conceito da ‘cidade compacta’.”

Esse conceito ao qual se refere Frankel implica em pessoas morando perto do trabalho, do lazer e do comércio, ao contrário do que fazem todos os dias quatro milhões de paulistanos, que gastam em média 90 minutos para ir e voltar do trabalho, num total de 480 horas/ano dentro do transporte, privado ou público.

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Gostou da ideia? Então não deixe de ler os artigos 23 motivos para não ter carro e Vivendo sem carro, aqui mesmo no Blog da Serra.

foto: Carlos Emerson Junior

Os trilhos esquecidos

foto: Carlos Emerson Junior

foto: Carlos Emerson Junior

Antigamente aqui passava um trem que vinha lá de Nova Friburgo. Infelizmente alguém acreditou que os trens eram ultrapassados e todos eles viraram sucata. O tempo passou, lembraram dos trilhos e resolveram que que agora ia passar um metrô. Mas quando fizeram as contas, perceberam que implantar um metrô é caro e demorado. Além do mais, as pessoas que moravam praticamente em cima dos trilhos protestaram: e agora, o que será de nós? Não, metrô não dá, é melhor esquecer esse assunto.

E os trilhos ainda continuam lá, completamente abandonados…

foto: Eliott Erwitt

Vivendo sem carro

foto: Eliott Erwitt

foto: Eliott Erwitt

Um depoimento:

Numa manhã de fevereiro de 2011, o vereador paulistano José Police Neto (PSD), de 40 anos, acordou cedo e encarou sua bicicleta. Claramente acima do peso – na época, ele estava com 96 quilos, muito para quem mede só 1,60 metros –, decidiu levá-la para passear até o centro de São Paulo, uma pedalada de 12 quilômetros partindo de sua casa, no bairro de Moema. Fez o percurso em 47 minutos. “Achei que fosse morrer”, diz. Quase dois anos depois, Police, agora cerca de 20 kg mais magro e com condicionamento físico em dia, demora 22 minutos no mesmo trajeto. “Queria um veículo em que eu pudesse usar minha capacidade individual para me locomover”, afirma. De quebra, ele usou o apelo da bicicleta em sua campanha eleitoral no ano passado. Foi eleito pela segunda vez presidente da Câmara de Vereadores.

O dia a dia de plenários e visitas institucionais que a posição de homem público exige não o impediu de manter o plano de trabalhar de bicicleta. Ele tem algumas artimanhas para não parecer que acabou de sair de uma corrida de aventura quando chega pedalando ao gabinete. Como na Câmara de Vereadores não tem chuveiro, Police não consegue tomar banho. Então faz uma parada na padaria vizinha para esperar o corpo esfriar e secar. E só aí troca a camiseta dry fit, uma tecnologia que impede a absorção do suor, pela camisa social. Na mochila, mantém sempre um blazer de cor escura que amassa menos. Além de roupa extra no escritório por precaução.

Quando era presidente da Câmara, Police precisava andar acompanhado de homens da Polícia Militar. A equipe que assumiu sua segurança, a mesma que prezava pela vida do ex-governador de São Paulo José Serra, não sabia ao certo como fazê-lo sobre duas rodas. Até então, trabalhavam em carros blindados, aeronaves e helicópteros. O comandante da trupe teve primeiro de aprender como é a escolta de bicicleta, para em seguida treinar seus cabos. “Eles ficaram assustados, tinham medo de acontecer alguma coisa comigo”, afirma. “Tanto que escalaram um ultramaratonista para me acompanhar”. Juntos, os sete seguranças que se revezavam no trabalho perderam 150 quilos.

Desde que adotou a bicicleta, Police já acumulou em torno de 3 mil quilômetros de pedal. A mulher reclama que, depois da virada, o marido desaprendeu a dirigir carros. Um dos automóveis da família, um Santana anos 1990, está à venda. Apesar de ter perdido o jeito com os veículos, Police sarou de um problema na coluna, melhorou a alimentação, diminuiu os copos de cerveja aos finais de semana, passou a dormir melhor. “Quando fico poucos dias sem usar a bike, logo percebo as consequencias na falta de sono”, diz. Seu próximo desafio agora é ir até Aparecida do Norte com sua magrela. Vai pagar uma promessa que fez para o Corinthians, seu time, se tornar bicampeão mundial.

Fonte: Revista Época, 18/01/2013

Mas que metrô é esse?

Essas cenas lamentáveis eram comuns nos trens da Central do Brasil, nos anos 60 e 70, isso quando o vagão ainda tinha portas. Pois é, investimos uma fortuna no Metrô do Rio para isso? O problema se agravou quando o governo do estado resolveu que metrô tem que ter linhas longas e não capilaridade, ou seja, diversas linhas menores se alimentando. É assim que funciona o de Paris, Londres e Buenos Aires, cidades com metrôs centenários. Para piorar (e passar um atestado de burros), ainda inventou o ônibus-metrô, que leva mais gente para as estações. O resultado é esse aí e nem comprando mais cem carros, vão resolver essa situação.

Resumindo tudo, conseguiram desmoralizar o melhor meio de transporte da cidade. Parabéns!