Um país dos idosos

6 comentários sobre “Um país dos idosos”

  1. Aqui em P. Alegre, quando vou a qualquer repartição ou Banco fico com vontade de perguntar, afinal minha senha (tenho 73 anos) é realmente preferencial ou tenho de esperar alguns de senha normal serem atendidos antes. Devia ter um dispositivo na emissão de senhas que avisasse os atendentes e/ou caixas, que nosso número é o próximo a ser chamado, mas não é isso que acontece.
    Certa vez fui a um Banco oficial, onde existe apenas um caixa para atendimento aos idosos e havia, além de mim, mais três idosos-ainda bem que havia cadeiras – e uma senhora que estava no caixa e não me parecia tão idosa para ter preferência.
    Como estava de costas para a fila impossibilitava melhor avaliação.
    Percebi uma moça andando no recinto com duas crianças com pouco mais de um ano. Um parecia dela a outra não.
    Comecei a estranhar a demora e a inquietude dos que estavam esperando à minha frente.
    Após algum tempo ela virou-se e começou a juntar uma quantidade expressiva de papéis e guardá-los em uma bolsa que até então mantinha entre ela e o balcão de atendimento.
    Despediu-se do caixa e chamou a moça que estava com as crianças e tomou em seus braços uma delas. Certamente a que usou para ter a preferência no atendimento e entregar aos cuidados de outra pessoa.

    Curtido por 1 pessoa

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