Cavaleiro andante

10 comentários sobre “Cavaleiro andante”

    1. Ah, meu caro, as gravações foram feitas num gravador de rolo. A fita se perdeu por aí, depois de tantos anos. Acho que tenho uma cópia em fita K7 numa das caixas guardadas no porão do apê de Friburgo. Vamos ver se algum dia arranjo coragem (e disposição) para fazer um “trabalho arqueológico”! 🙂

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  1. Como não nos esbarramos Carlos? Simples da minha parte faltou coragem, havia música feita, grande letrada, violão afinado a quem brincava com os exercícios de Leo Brouwer, não eu que sempre fui dos teclados, mas do amigo Dergan que brincava nas cordas e outro João Ricardo. Quando todo mundo se reunia para ver o primo da amiga Oswaldo Montenegro já com fama e a menina Kátia que teve como padrinho de lançamento Roberto Carlos.
    Fora tudo isso os passa fora do Tim Maia que não queria ninguém observando a coleção de carros que tinha.
    Enfim, a música ficou pessoal, algo de dentro sem vontade de mostrar, me serve como lembranças quando tempo ainda tenho para sentar-me ao piano e de improviso criar som e música que acalma o demônio que há dentro do meu Ser.
    Carlos não fui boêmio, mas conheci nos locais que frequentava, muitos no Hotel Meridien, que era certo me encontrar ou no Café de La Paix, Regine’s ou (“Greff Bob”) não me lembro direito, ou então lá no finalzinho do Pigalle.
    Depois disso meu amigo faram tantos outros pontos até um dia abandonar essa farra noturna.
    Vi muita gente boa de frente, Cauby, Bibi Ferreira, Angela Roro, Cassia Eller, Clara Nunes, Edu Lobo, Sandra Sá, Edu da Gaita (conterrâneo que me presenteou com uma de suas gaitas) Nelson Motta, Gal Costa ainda quando morou em um apartamento no início do Vidigal, enfim… não era para que eu fosse do mundo da música mesmo a tendo como prazer.
    E pra dizer que o guerreiro não foi esquecido, seu sentimento vive e irá renascer num dia quando todos menos esperarem.
    Fica o link e o abraço dessa lembrança que me deu o prazer de ler.

    https://kambami.wordpress.com/2013/09/12/deveres-do-guerreiro/

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  2. Também adorei a história.Vivi essa época intensamente, conheci Gonzaguinha, Ivan Lins, Aldir Blanc num festival universitário, se não me engano no João Caetano. Nessa época estava grávida e meu filho quase nasceu lá ! rs Antes disso ( sou mais velha que vcs) assisti ao início da bossa nova num show na faculdade de arquitetura, ainda na Urca, chamado A Noite do Amor do Sorriso e da Flor. Ótimas lembranças …

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