E o desapego, como fica?

3 comentários sobre “E o desapego, como fica?”

  1. Devemos estar bem conectados, isso me deu até um pouco de medo. Ando em primeiro lugar me desapegando mesmo das coisas materiais até por que eu e minha esposa pretendemos ou melhor estamos estudando um tempinho lá fora. E fui eu fazendo minha visita pelos blogs como sempre o faço e abusado, adoro comentar como o faço em seu espaço e num papinho meio filosófico estava eu escrevendo noutro espaço a outro blog que indicava um livro de estudos sobre o “EU”, aproveitei para entrar com o conhecimento que tenho sobre a cultura Bantu e mostrei rapidamente uma concepção que foi desinteressada por nós civilizações modernas e globalizadas. Lá os tribais como são chamados sabem o que é uma tríade e dizem que a primeira parte do “EU” é a matéria, veículo para dar sustentação, a outra é a parte das experimentações, das dores, doenças, alegrias, sofrimentos e aprendizados, a terceira essa não participa com julgo e apenas guarda tudo que vivenciamos, aprendemos para num futuro ao abandonar as outras duas partes voltar e unir-se a outras duas diferentes e dar continuidade a evolução, daí citei apenas 3 palavras, Ubuntu que nos une em laços mesmo sendo cada um de nós um universo diferente e um dos cumprimentos mas interessantes que já estudei Sawabona e a resposta Shikoba que em uma tradução literal ocidentalizada para entendimento significaria, Sawabona/ você é importante para mim e o outro indivíduo responde Shikoba/ então eu existo para você.
    Mas voltando ao desapego, creio que com a idade e a vivencia por termos nós experimentado quase tudo começamos a perceber que carregamos bagagens demais para coisas tão simples. Creio que seja a “hora/ordem” natural das coisas/vida.
    Carlos adorei como sempre vir ao espaço e ler, espero não ter dito besteiras mas adoro deixar minha visão sobre o assunto, mesmo quando não consigo expressar-me bem. Abraços! 🙂

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    1. Obrigado pelo ótimo comentário, meu caro amigo. Na crônica “Ubuntu, Nova Friburgo”, publicada em 2011 no A Voz da Serra (http://avozdaserra.com.br/noticias/ubuntu-nova-friburgo), tem uma historinha exemplar:

      “Um antropólogo estava estudando usos e costumes de uma tribo e propôs uma brincadeira para as crianças. Comprou doces e guloseimas e colocou tudo num cesto debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando dissesse “já!”, elas deveriam sair correndo até o cesto e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.

      As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse “já!”, instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, distribuíram os doces entre si e comeram felizes.

      O antropólogo, curioso, perguntou por que elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces. Elas simplesmente responderam: “Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?”.

      Estamos precisando urgentemente de Ubuntu aqui Brasil, Kambami! Um abração.

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